(Texto do último encontro, com os devidos cortes)

Texto da Do Carmo
ERA UM SONHO?
Hoje, exatamente hoje está completando treze dias que este mal estar começou.
Sempre que acordo, abro as janelas de meu apartamento. Nunca esse ritual incomodou-me como agora , pois lá está ele : o grande Dinossauro, meio de ébano e meio de marfim : olha-me, sorri mostrando-me seus dentes bem enfileirados e retorna a costumeira postura – sentado caprichosamente e com negligência repousa seu vigoroso corpo e lá fica até que outra vez eu abra as janelas ,para um novo dia.
Mesmo com toda a azáfama do dia a dia, meu cérebro não tem conseguido se desligar da persistente angustia causada por essa visão, que não sei dizer com segurança, se é real ou apenas fruto de minha imaginação, pois meus pensamentos são arrojados para o meu modo de ser. Mas tenho certeza que me sinto muito desconfortável com essa sensação.
Mas hoje, exatamente hoje, décimo terceiro dia, acordo com o toque da campainha do interfone......, não, é do telefone....., mas que turbilhão de sentimentos, não consigo identificar o que me transtorna, ou melhor, não quero pensar que possa ser um sonho.
Não sei se estou dormindo ou acordada, mas a emoção do momento faz-me abandonar-me totalmente naqueles braços fortes e voluptuosos. É o meu Dinossauro de ébano e marfim que me domina.
Sinto uma vertigem, tudo gira ao redor, porém lentamente me acalma e diz com um lindo sorriso, voz firme e envolvente :
- O seu Dinossauro de ébano e marfim está aqui.
Hoje, exatamente hoje está completando treze dias que este mal estar começou.
Sempre que acordo, abro as janelas de meu apartamento. Nunca esse ritual incomodou-me como agora , pois lá está ele : o grande Dinossauro, meio de ébano e meio de marfim : olha-me, sorri mostrando-me seus dentes bem enfileirados e retorna a costumeira postura – sentado caprichosamente e com negligência repousa seu vigoroso corpo e lá fica até que outra vez eu abra as janelas ,para um novo dia.
Mesmo com toda a azáfama do dia a dia, meu cérebro não tem conseguido se desligar da persistente angustia causada por essa visão, que não sei dizer com segurança, se é real ou apenas fruto de minha imaginação, pois meus pensamentos são arrojados para o meu modo de ser. Mas tenho certeza que me sinto muito desconfortável com essa sensação.
Mas hoje, exatamente hoje, décimo terceiro dia, acordo com o toque da campainha do interfone......, não, é do telefone....., mas que turbilhão de sentimentos, não consigo identificar o que me transtorna, ou melhor, não quero pensar que possa ser um sonho.
Não sei se estou dormindo ou acordada, mas a emoção do momento faz-me abandonar-me totalmente naqueles braços fortes e voluptuosos. É o meu Dinossauro de ébano e marfim que me domina.
Sinto uma vertigem, tudo gira ao redor, porém lentamente me acalma e diz com um lindo sorriso, voz firme e envolvente :
- O seu Dinossauro de ébano e marfim está aqui.
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